Memorando
No dia 28 de Outubro de 2006 entrou em movimento slow numa livraria um economista disfarçado. Tinha um ar freakonomic. Balbuciou algo acerca de alguém lhe ter mexido no queijo e que o mundo era plano. Sentindo-se ignorado ameaçou lançar um elefante (???).
Para o acalmar expliquei-lhe como simplificar a sua vida e encorajei-o a nunca desistir dos seus sonhos. O problema deste indivíduo, comum a muitos economistas, era a impossibilidade de sexo. Não sabia fazer amor como uma estrela porno. Coitado! Falei-lhe, sob o signo da verdade, das memórias das minhas putas tristes. O pobre homem, ainda mais confuso, começou a falar de peixes voadores e assim partiu na sombra do vento, avançando apressadamente para apanhar o último voo da passarola.

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